O canto dos pássaros
O canto do eirado
O canto da gaita
O canto da sala
O canto da sereia
O canto da parede
O canto das crianças
O canto das algarobas
Canto de cantar
Canto de lugar
Canto um conto
Conto um canto
...
sábado, dezembro 23, 2006
A Casa e a Árvore - Parte III
Todas essas partes são essenciais na árvore e fundamentais na casa. A boa árvore dá bons frutos. Na boa casa há agradáveis lugares de repouso. Assim como o principal objetivo de uma árvore é produzir frutas saborosas, o principal objetivo de uma casa é ter cômodos hospitaleiros.
A fruta e o cômodo contêm intrinsecamente os mesmos frutos, as mesmas finalidades: a hospitalidade, o sabor da intimidade, o gosto dos relacionamentos. Quem não haverá de gostar mais de uma mangueira ao experimentar o sabor doce da sua manga? Quem não haverá de gostar mais de uma casa ao saber que ela está aberta aos amigos?
A fruta e o cômodo contêm intrinsecamente os mesmos frutos, as mesmas finalidades: a hospitalidade, o sabor da intimidade, o gosto dos relacionamentos. Quem não haverá de gostar mais de uma mangueira ao experimentar o sabor doce da sua manga? Quem não haverá de gostar mais de uma casa ao saber que ela está aberta aos amigos?
Lista de Listas
Lista de compras
Lista de ingredientes
Lista de material
Lista de casamento
Lista de chá
Lista de convidados
Lista de telefones
Lista de endereços
Lista de aniversários
Lista de atividades
Lista de candidatos
Lista de bodas
Lista de amigos
Lista de livros
Lista de padrinhos
Lista de convidados
Lista de Listas
Lista de ingredientes
Lista de material
Lista de casamento
Lista de chá
Lista de convidados
Lista de telefones
Lista de endereços
Lista de aniversários
Lista de atividades
Lista de candidatos
Lista de bodas
Lista de amigos
Lista de livros
Lista de padrinhos
Lista de convidados
Lista de Listas
segunda-feira, dezembro 18, 2006
Show de Alceu Valença
Muito boa a apresentação de Alceu Valença nesta última sexta-feira no Anfiteatro da Universidade Federal em Natal. Verdadeiro artista brasileiro e popular que traz na sua forma de cantar as raízes brasileiras e nordestinas, valorizando de maneira criativa a riqueza da nossa cultura. Valeu a pena estar lá!
O show foi uma verdadeira viagem por diversos tipos de meios de transportes desde o "táxi lunar", passando pelo "tombo do navio" e desagüando com a nova música "no mar", na qual a platéia faz um verdadeiro passeio no ciclo hidrológico!
É claro que ele não pôde se despedir até cantar a criativa "morena tropicana" para o seu público potiguar.
O show foi uma verdadeira viagem por diversos tipos de meios de transportes desde o "táxi lunar", passando pelo "tombo do navio" e desagüando com a nova música "no mar", na qual a platéia faz um verdadeiro passeio no ciclo hidrológico!
É claro que ele não pôde se despedir até cantar a criativa "morena tropicana" para o seu público potiguar.
sexta-feira, dezembro 15, 2006
A Linha Imaginária
Vivemos em uma linha imaginária.
Vivemos em um conjunto de linhas que formam blocos.
Vivemos em um conjunto de linhas que formam redes.
Linhas entrelaçadas, às vezes, na perpendicular.
O trilho do metrô é uma linha.
A rua é uma linha.
O passeio público é uma linha.
Usamos a linha para se comunicar por telefone.
A energia elétrica que usamos chega através da linha.
As nossas bolsas são sustentadas por linhas.
Precisamos de fibras para nutrir o nosso corpo, ou seja, linhas.
Precisamos de linhas para compor nossas roupas.
Precisamos até de fibras óticas!
Gostamos de quadros alinhados na parede.
Gostamos de casas alinhadas com o chão.
E, na maioria das vezes, gostamos de objetos simétricos.
Você já reparou nisso?
Sua forma de gostar do mundo tem que padrão?
Simétrico?
Arredondado?
Desarranjado?
Ou... aritmético?
E para você, quais são as linhas que melhor representam seu viver?
Vivemos em um conjunto de linhas que formam blocos.
Vivemos em um conjunto de linhas que formam redes.
Linhas entrelaçadas, às vezes, na perpendicular.
O trilho do metrô é uma linha.
A rua é uma linha.
O passeio público é uma linha.
Usamos a linha para se comunicar por telefone.
A energia elétrica que usamos chega através da linha.
As nossas bolsas são sustentadas por linhas.
Precisamos de fibras para nutrir o nosso corpo, ou seja, linhas.
Precisamos de linhas para compor nossas roupas.
Precisamos até de fibras óticas!
Gostamos de quadros alinhados na parede.
Gostamos de casas alinhadas com o chão.
E, na maioria das vezes, gostamos de objetos simétricos.
Você já reparou nisso?
Sua forma de gostar do mundo tem que padrão?
Simétrico?
Arredondado?
Desarranjado?
Ou... aritmético?
E para você, quais são as linhas que melhor representam seu viver?
quarta-feira, dezembro 13, 2006
O LIVRO DO ANO
Primeiro, “O Livro do Ano”... Passado
Trago hoje um comentário sobre este livro singelo e significativo para a vida cristã. O tema é crescimento espiritual captado na leitura do livro “Crescer: os três movimentos da vida espiritual” de Henri Nouwen. Ele se baseia na seguinte frase, logo no prefácio de seu livro:
“O que significa viver uma vida no Espírito de Jesus Cristo?”
Se você quiser, pode dar uma paradinha neste instante, e pensar sobre essa questão. Busque uma resposta mínima verdadeira.
Outros questionamentos também nascem desse livro, como: Você está aberto à voz de Deus? Quais as suas motivações em fazer o que você faz? Este livro de Nouwen traz reflexões profundas sobre o nosso modo de viver e conduz o leitor por uma viagem do “Isolamento para a Solidão”, da “Hostilidade para a Hospitalidade”, e da Ilusão para a Prece”, em direção, respectivamente, a si mesmo, ao outro e à Deus.
“Os Livros deste Ano”!
Todas essas questões me remetem à frase que li hoje no livro “O Evangelho Maltrapilho”, de Brenan Manning: “O que Jesus diz?”. Esse sim é um dos livros do ano, juntamente com “A Maravilhosa Graça” de Phillip Yancey, nos quais a graça de Deus é discorrida de forma às vezes chocante e outras vezes na liberdade que lhe é própria.
Mas porque Deus se despoja para nos agraciar? “Deus está atento em você porque Ele lhe ama, e como Pai Ele tem as seguintes atitudes em relação aos seus filhos:
1ª) Ele satisfaz as nossas necessidades mais básicas;
2ª) Ele oferece-nos a Sua direção;
3ª) Ele nos conduz para o próximo estágio de maturidade com o intuito de tornar-nos filhos aptos à servi-lo.” Retirado da “Bíblia, minha companheira” de Philip Yancey e Brenda Quinn. Leitura essencial para o dia-a-dia e o terceiro livro deste ano!
Agora sim, “O Livro do Ano”. Aquele que bateu todas as portas!
O livro que realmente bateu todos os recordes de empréstimo deste ano, neste momento eu não sei com quem está exatamente, foi o “Como se livrar de um mau casamento” de Carlos Grybowski, conhecido por “Catito”. Inteligente, sensível, engraçado, surpreendente, indescritível!
Trago hoje um comentário sobre este livro singelo e significativo para a vida cristã. O tema é crescimento espiritual captado na leitura do livro “Crescer: os três movimentos da vida espiritual” de Henri Nouwen. Ele se baseia na seguinte frase, logo no prefácio de seu livro:
“O que significa viver uma vida no Espírito de Jesus Cristo?”
Se você quiser, pode dar uma paradinha neste instante, e pensar sobre essa questão. Busque uma resposta mínima verdadeira.
Outros questionamentos também nascem desse livro, como: Você está aberto à voz de Deus? Quais as suas motivações em fazer o que você faz? Este livro de Nouwen traz reflexões profundas sobre o nosso modo de viver e conduz o leitor por uma viagem do “Isolamento para a Solidão”, da “Hostilidade para a Hospitalidade”, e da Ilusão para a Prece”, em direção, respectivamente, a si mesmo, ao outro e à Deus.
“Os Livros deste Ano”!
Todas essas questões me remetem à frase que li hoje no livro “O Evangelho Maltrapilho”, de Brenan Manning: “O que Jesus diz?”. Esse sim é um dos livros do ano, juntamente com “A Maravilhosa Graça” de Phillip Yancey, nos quais a graça de Deus é discorrida de forma às vezes chocante e outras vezes na liberdade que lhe é própria.
Mas porque Deus se despoja para nos agraciar? “Deus está atento em você porque Ele lhe ama, e como Pai Ele tem as seguintes atitudes em relação aos seus filhos:
1ª) Ele satisfaz as nossas necessidades mais básicas;
2ª) Ele oferece-nos a Sua direção;
3ª) Ele nos conduz para o próximo estágio de maturidade com o intuito de tornar-nos filhos aptos à servi-lo.” Retirado da “Bíblia, minha companheira” de Philip Yancey e Brenda Quinn. Leitura essencial para o dia-a-dia e o terceiro livro deste ano!
Agora sim, “O Livro do Ano”. Aquele que bateu todas as portas!
O livro que realmente bateu todos os recordes de empréstimo deste ano, neste momento eu não sei com quem está exatamente, foi o “Como se livrar de um mau casamento” de Carlos Grybowski, conhecido por “Catito”. Inteligente, sensível, engraçado, surpreendente, indescritível!
segunda-feira, dezembro 11, 2006
Leiam o blog do início para o fim!
Em breve "A Linha Imaginária" e "A casa e a árvore - Parte III". Já ia esquecendo, também o "Dicionário Acariês"!
quinta-feira, dezembro 07, 2006
A casa e a árvore - Parte II
A árvore possui frutos que multiplicam a si, a sua própria espécie,
A árvore possui flores que embelezam a si e o seu entorno,
A árvore possui folhas que dão sombra a si e aos outros,
A árvore possui galhos que sustentam as folhas, as flores e os frutos e, ainda, apóiam as crianças e os passarinhos,
A árvore possui tronco que é uma estrutura que lhe dá sustentação própria, sustentando também os galhos e os demais,
A árvore possui raiz que é a infra-estrutura essencial para o seu equilíbrio físico, como também para o sustento bioquímico de toda a planta.
Estou aqui me referindo à boa árvore.
A casa possui uma fundação e um alicerce em pedra para lhe proporcionar a sua sustentação fundamental, básica,
A casa possui uma estrutura de pilares e vigas que formam a sustentação para as paredes e para o telhado.
A casa possui paredes necessárias para dar compartimentação aos seus próprios cômodos,
A casa possui telhado que fornece sombra a si e a todos os cômodos embaixo de sua estrutura,
A casa possui portas e janelas que se abrem para ver a beleza do lado de fora e para mostrar a sua própria, dentro de si,
A casa possui quartos que são os lugares para acomodação, paz e descanso.
Aqui estou me referindo à boa casa.
Olhando para a casa e para a árvore percebemos que a fundação é a raiz, que as vigas e pilares são o tronco, que as paredes são os galhos, que o telhado é as folhas, que as portas e janelas são as flores, e, que os dormitórios são os frutos.
A árvore possui flores que embelezam a si e o seu entorno,
A árvore possui folhas que dão sombra a si e aos outros,
A árvore possui galhos que sustentam as folhas, as flores e os frutos e, ainda, apóiam as crianças e os passarinhos,
A árvore possui tronco que é uma estrutura que lhe dá sustentação própria, sustentando também os galhos e os demais,
A árvore possui raiz que é a infra-estrutura essencial para o seu equilíbrio físico, como também para o sustento bioquímico de toda a planta.
Estou aqui me referindo à boa árvore.
A casa possui uma fundação e um alicerce em pedra para lhe proporcionar a sua sustentação fundamental, básica,
A casa possui uma estrutura de pilares e vigas que formam a sustentação para as paredes e para o telhado.
A casa possui paredes necessárias para dar compartimentação aos seus próprios cômodos,
A casa possui telhado que fornece sombra a si e a todos os cômodos embaixo de sua estrutura,
A casa possui portas e janelas que se abrem para ver a beleza do lado de fora e para mostrar a sua própria, dentro de si,
A casa possui quartos que são os lugares para acomodação, paz e descanso.
Aqui estou me referindo à boa casa.
Olhando para a casa e para a árvore percebemos que a fundação é a raiz, que as vigas e pilares são o tronco, que as paredes são os galhos, que o telhado é as folhas, que as portas e janelas são as flores, e, que os dormitórios são os frutos.
Fomos com duas e voltamos com uma
Essa é a história de uma bela manhã de terça-feira, bem mandada. Estava eu a me vestir para dar umas pedaladas quando, para a minha surpresa, fui impedida de sair. Conversas para lá, conversas para cá, e nada de convencimento. Quem não convence, é convencido. Fui então pedalar, com mais um, mais dois, finalmente. De tanta conversa, já eram 10 da matina. Calor de primavera. Calorão, com um pouquinho de vento. Fomos passear. Eu, um tanto quanto contrariada. Íamos bem, subindo e descendo calçadas. Encontramos até uma outra mãe, minha amiga, com seu filhinho sorridente. Continuamos. Fomos em direção ao posto para calibrarmos os pneus das bicicletas. Tudo ia bem, até chegarmos lá. Botão pra lá, botão pra cá. Bummmmmmmmmmmmm! O pneu estourou. Já estava contrariada, fiquei irritada. Passei a sentir novamente aquela dorzinha de cabeça que me incomodava no dia anterior, a qual se deu conta do barulho terrível de uma perfuratriz trabalhando “sem dó nem piedade” neste mesmo lugar, e fez o favor de aumentar de intensidade. A roda da bicicleta pequena ficou torta, devido o efeito da pressão do estouro e impedia o pneu vazio de rodar, emperrando-o. Tive que carregar esta bicicleta e a criança maior carregou a outra. A criança menor foi me seguindo, um pouco desatenta. Deixamos a bicicleta quebrada na casa de uma amiga ali perto. Menos mal. Fomos à pé para casa, sem uma das bicicletas, e empurrando a outra com a criança no bagageiro. Sol latente. 11 da matina.E o pé enganchou na roda da bicicleta maior. Já estávamos de caras quase feias por causa do aborrecimento. E agora, choro, dor. Vamos. Chegaremos. Ladeira para subir, íngreme. Difícil. Manhã difícil. E quem gostou do passeio. Ninguém. Fomos, tentamos. É bom ir. É bom tentar. Voltamos, mas sem saudades. Foi melhor ainda, voltar. Voltar, mesmo sem tudo aquilo que levamos. Fomos com uma esperança. Voltamos cansados. Fomos numa expectativa. Voltamos com um aprendizado, uma lição. Fomos com duas bicicletas e voltamos com uma. Fomos para muita diversão, voltamos com uma frustração.
sexta-feira, dezembro 01, 2006
O que você leu este ano?
Este é um espaço para se compartilhar as leituras interessantes, agradáveis, fantásticas, enigmáticas, reflexivas, divertidas, etc. que fizemos neste ano de 2006.
Eu, particularmente, adorei ter voltado a ler Machado de Assis, depois de um longo tempo. Gostei muito de "Memórias póstumas de Brás Cubas", porém achei fantástico "O alienista"!
Eu, particularmente, adorei ter voltado a ler Machado de Assis, depois de um longo tempo. Gostei muito de "Memórias póstumas de Brás Cubas", porém achei fantástico "O alienista"!
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