Esse é um comentário de um trecho da meditação diária que tenho feito no livro “A Bíblia, minha companheira” de Philip Yancey e Brenda Quinn, e ele fala do povo de Deus no deserto, depois que foi liberto da escravidão dos egípcios. O povo está seguindo, nesse momento, para a terra prometida que mana leite e mel. Segundo o autor, essa caminhada deveria durar 15 dias e durou penosos 40 anos. E eu pergunto: - Por quê? E você pode perguntar: - Por que Deus permitiu isto?
Se vocês lerem o texto em Números 11:4-23 e 31-34, perceberão o comportamento daquele povo naquela circunstância. O povo choraminga, reclama, aborrece a Moisés e provoca a ira de Deus. E o que isso tem a ver conosco? Tem tudo a ver, pois precisamos avaliar como estamos na nossa própria caminhada. Como estamos nos comportando diante de Deus? Como estamos nos relacionando com o Soberano? Estamos sendo ingratos e não-longânimos, semelhantemente àquele povo? Será que vamos preferir voltar para a escravidão do Egito, depois de tudo o que Deus fez por nós?
Outra coisa que me chamou atenção, é que aquele povo não estava em uma situação fácil ou confortável, até pelo contrário, estavam em um lugar hostil. Mas eles não estavam percebendo que, mesmo assim, Deus estava com eles, providenciando o maná e tudo o mais que eles precisavam.
Confiaremos em Deus para sermos conduzidos a salvo por circunstâncias tão duras? O que tem sido mais importante para nós: estar confortável ou estar com Deus?
Que não fiquemos cegos para a presença e a atuação de Deus nas nossas vidas, mesmo em tempos difíceis!
quinta-feira, setembro 27, 2007
quinta-feira, setembro 20, 2007
ERRAR É DESUMANO!
Que erro imaginar que “Errar é humano”! É semelhante a dizer que a pessoa está com RISCO DE VIDA quando na verdade está com RISCO DE MORTE. O erro provocado por nós humanos, pessoas que nasceram com a vocação de ser gente, acaba destruindo outras pessoas, aniquilando sonhos, diminuindo expectativas. Errar é não alcançar o alvo ou desviar-se dele. É sair da linha. É magoar por ou sem querer, geralmente por. É arrogar-se mais que o outro. É desvirtuar aquilo que é bom ou puro. É complicar o que pode ser simples. É, enfim, causar dor ou sofrimento por atitudes ou palavras.
Como é que tudo isso poderia ser HUMANO?!
Ser humano é ser solidário, compreensivo, fraterno. Ser humano é ser igual e procurar identificar-se com o outro nas suas dores, nas suas necessidades, nos seus medos e também nas suas alegrias, nas suas vitórias e nas suas aventuranças. Isso é que é SER HUMANO. Pense nisso!
Como é que tudo isso poderia ser HUMANO?!
Ser humano é ser solidário, compreensivo, fraterno. Ser humano é ser igual e procurar identificar-se com o outro nas suas dores, nas suas necessidades, nos seus medos e também nas suas alegrias, nas suas vitórias e nas suas aventuranças. Isso é que é SER HUMANO. Pense nisso!
terça-feira, setembro 11, 2007
Viva com MENOS
É...! É essa a dica para os curiosos da vez. Viver com menos é MAIS... saudável... justo... simples!
Mais saudável quando, por exemplo, você deixa de comer aquela caixa inteira de chocolates. Mais justo quando ao invés de comprar algo inútil ou manter algo inútil na sua casa, você cede isso que tem para ser útil para outra pessoa, como por exemplo, uma roupa. É mais simples porque, quanto mais se tem, mais complicado é de se administrar, não é verdade? Pois então, o que você está esperando. Passe pra frente aquilo que não lhe é útil ou que lhe é até prejudicial ou que está entulhando a sua mente e vida. Viva abundante... mas de felicidade!
Mais saudável quando, por exemplo, você deixa de comer aquela caixa inteira de chocolates. Mais justo quando ao invés de comprar algo inútil ou manter algo inútil na sua casa, você cede isso que tem para ser útil para outra pessoa, como por exemplo, uma roupa. É mais simples porque, quanto mais se tem, mais complicado é de se administrar, não é verdade? Pois então, o que você está esperando. Passe pra frente aquilo que não lhe é útil ou que lhe é até prejudicial ou que está entulhando a sua mente e vida. Viva abundante... mas de felicidade!
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