Dentro do contexto do livro “Crescer: os três movimentos da vida espiritual” de Henri Nouwen que lemos, é possível reter várias lições além de “isolamento versus solidão”, “hostilidade versus hospitalidade” e “ilusão versus prece”. Esses conceitos podem parecer não muito práticos, às vezes, quando se fala nesses termos. É mais fácil quando a gente confronta entre ficar junto versus ficar só e entre ficar com raiva versus ficar em paz. Ou seja, as duas principais abordagens do livro resumem-se em estar distante versus estar perto, e isto deve ocorrer tanto em relação a mim, como em relação ao outro, quanto em relação à Deus. O que importa então, no fim das contas, é estar perto.
Para estarmos perto precisamos tomar algumas atitudes, ter alguns comportamentos, manter certas diretrizes ou o que se pode chamar de estilo de vida. Sendo assim, na prática, o que podemos fazer, ser, semear ou viver; ou o que realmente estamos fazendo, sendo, semeando ou vivendo? Sim, essa pergunta procede porque estar perto requer um esforço, pressupõe um certo acolhimento, uma certa disponibilidade e uma vontade de aproximar-se. Estar perto pressupõe solicitude, hospitalidade e relacionamento. E então, diante desse desafio, estamos dispostos a estar perto?
sexta-feira, dezembro 14, 2007
domingo, outubro 28, 2007
A matemática de Deus
Deus é Pai, é Filho e é Espírito, sendo ao mesmo tempo um único Deus.
Ao mesmo tempo Ele é 3, e é só 1. Ele é 3 em 1 e 1 em 3.
Deus é diversidade e é unidade.
Sua matemática é diferente da nossa.
Ao mesmo tempo Ele é 3, e é só 1. Ele é 3 em 1 e 1 em 3.
Deus é diversidade e é unidade.
Sua matemática é diferente da nossa.
INABALABILIDADE
Este termo não existe no Aurélio, mas significa a condição daquele que não é abalado!
Você quer manter a calma em determinadas circunstâncias?
Você quer ter forças para suportar situações difíceis?
Você quer não se abalar diante de certas situações que a vida enseja?
Leia o Salmo 15 e obedeça-o. Você se tornará inabalável e a sua integridade estará a salvo!
“Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo,
que de coração fala a verdade e não usa a língua para difamar,
que nenhum mal faz ao seu semelhante
e não lança calúnia contra o seu próximo,
que rejeita quem merece desprezo,
mas honra os que temem o Senhor,
que mantém a sua palavra, mesmo quando sai prejudicado,
que não empresta o seu dinheiro visando lucro nem aceita suborno contra o inocente.
Quem assim procede nunca será abalado!” Salmo 15:2-5
Você quer manter a calma em determinadas circunstâncias?
Você quer ter forças para suportar situações difíceis?
Você quer não se abalar diante de certas situações que a vida enseja?
Leia o Salmo 15 e obedeça-o. Você se tornará inabalável e a sua integridade estará a salvo!
“Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo,
que de coração fala a verdade e não usa a língua para difamar,
que nenhum mal faz ao seu semelhante
e não lança calúnia contra o seu próximo,
que rejeita quem merece desprezo,
mas honra os que temem o Senhor,
que mantém a sua palavra, mesmo quando sai prejudicado,
que não empresta o seu dinheiro visando lucro nem aceita suborno contra o inocente.
Quem assim procede nunca será abalado!” Salmo 15:2-5
terça-feira, outubro 16, 2007
De quem é o controle?
Faça chuva, faça sol,
as flores nascem.
Você não está vendo?
As flores estão nascendo!
É só olhar.
E isto não depende de você.
as flores nascem.
Você não está vendo?
As flores estão nascendo!
É só olhar.
E isto não depende de você.
segunda-feira, outubro 15, 2007
Dizendo a mesma coisa...
Existem maneiras variadas de se dizer as mesmas coisas... assim como...
"Sei o que é bom para mim, mas faço o que é ruim para mim." (Ovídio)
"Suas idéias não correspondem aos fatos." (Cazuza)
"Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço". (Paulo)
"Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos." (Tiago)
"Sei o que é bom para mim, mas faço o que é ruim para mim." (Ovídio)
"Suas idéias não correspondem aos fatos." (Cazuza)
"Porque não faço o bem que prefiro, mas o mal que não quero, esse faço". (Paulo)
"Tornai-vos, pois, praticantes da palavra e não somente ouvintes, enganando-vos a vós mesmos." (Tiago)
sábado, outubro 06, 2007
FELICIDADE INTRÍNSECA!
Muitos de nós desejamos e recomendamos aos outros e a nós mesmos a felicidade. Existem muitas frases populares usadas para isto: “Felicidades!”, geralmente em cumprimentos para noivos; “Seja feliz”, mais usualmente para viajantes; “Deus te faça feliz”, um tipo de benção de pais para seus filhos; e, “Muitas felicidades, muitos anos de vida”, claro, para aniversariantes.
Mas o que é mesmo FELICIDADE?
Sempre achei esse termo um pouco vago, mais ou menos uma desculpa para quem não tinha nada melhor para dizer. Ele está normalmente relacionado à alegria, à contentamento, e alguns comentaristas da Bíblia o relacionam à bem-aventuranças.
Finalmente, encontrei uma definição convincente, a melhor que encontrei até agora sobre felicidade, em uma bibliografia recomendadíssima, leitura indispensável para todo cristão. Com o consentimento do autor, vou dividí-la com vocês:
“A felicidade é um estado de alma, uma condição de se perceber realizado com a vida, um sentimento de paz interior que, ao que tudo indica, nunca se esgota – há sempre um espaço a mais no campo dos sentimentos, que busca ser mais feliz. Por isso a felicidade está presente na consciência em forma de convicções, valores, realizações, mas também no inconsciente, expressa através de desejos, sonhos e esperanças.” Carlos Queiroz em: Ser é o bastante: Felicidade à Luz do Sermão do Monte, pág. 47.
Percebi nesse conceito e no contexto do livro que essa é uma felicidade que faz parte da vida daquele que segue o evangelho. Ser discípulo de Cristo, ser feliz. Estar em Cristo, estar plenamente feliz. Não é alegria de momento, nem estar simplesmente contente, é, independente das circunstâncias, sentir-se felizardo mesmo. É felicidade intrínseca, como indica o salmo 4:7: “Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho”!
Mas o que é mesmo FELICIDADE?
Sempre achei esse termo um pouco vago, mais ou menos uma desculpa para quem não tinha nada melhor para dizer. Ele está normalmente relacionado à alegria, à contentamento, e alguns comentaristas da Bíblia o relacionam à bem-aventuranças.
Finalmente, encontrei uma definição convincente, a melhor que encontrei até agora sobre felicidade, em uma bibliografia recomendadíssima, leitura indispensável para todo cristão. Com o consentimento do autor, vou dividí-la com vocês:
“A felicidade é um estado de alma, uma condição de se perceber realizado com a vida, um sentimento de paz interior que, ao que tudo indica, nunca se esgota – há sempre um espaço a mais no campo dos sentimentos, que busca ser mais feliz. Por isso a felicidade está presente na consciência em forma de convicções, valores, realizações, mas também no inconsciente, expressa através de desejos, sonhos e esperanças.” Carlos Queiroz em: Ser é o bastante: Felicidade à Luz do Sermão do Monte, pág. 47.
Percebi nesse conceito e no contexto do livro que essa é uma felicidade que faz parte da vida daquele que segue o evangelho. Ser discípulo de Cristo, ser feliz. Estar em Cristo, estar plenamente feliz. Não é alegria de momento, nem estar simplesmente contente, é, independente das circunstâncias, sentir-se felizardo mesmo. É felicidade intrínseca, como indica o salmo 4:7: “Encheste o meu coração de alegria, alegria maior do que a daqueles que têm fartura de trigo e de vinho”!
segunda-feira, outubro 01, 2007
Uma pergunta é uma janela... aberta!
As perguntas são janelas para a vida. São as perguntas que nos fazem pensar, refletir. São elas que nos remetem à busca de respostas. São as mesmas que nos retiram da mesmice e da inércia.
Vamos abrir uma janela?
"Quem é que tem todas as coisas à medida do seu desejo?"
Thomás de Kemphis em "Imitação de Cristo"
Vamos abrir uma janela?
"Quem é que tem todas as coisas à medida do seu desejo?"
Thomás de Kemphis em "Imitação de Cristo"
quinta-feira, setembro 27, 2007
Caminhada Dura!
Esse é um comentário de um trecho da meditação diária que tenho feito no livro “A Bíblia, minha companheira” de Philip Yancey e Brenda Quinn, e ele fala do povo de Deus no deserto, depois que foi liberto da escravidão dos egípcios. O povo está seguindo, nesse momento, para a terra prometida que mana leite e mel. Segundo o autor, essa caminhada deveria durar 15 dias e durou penosos 40 anos. E eu pergunto: - Por quê? E você pode perguntar: - Por que Deus permitiu isto?
Se vocês lerem o texto em Números 11:4-23 e 31-34, perceberão o comportamento daquele povo naquela circunstância. O povo choraminga, reclama, aborrece a Moisés e provoca a ira de Deus. E o que isso tem a ver conosco? Tem tudo a ver, pois precisamos avaliar como estamos na nossa própria caminhada. Como estamos nos comportando diante de Deus? Como estamos nos relacionando com o Soberano? Estamos sendo ingratos e não-longânimos, semelhantemente àquele povo? Será que vamos preferir voltar para a escravidão do Egito, depois de tudo o que Deus fez por nós?
Outra coisa que me chamou atenção, é que aquele povo não estava em uma situação fácil ou confortável, até pelo contrário, estavam em um lugar hostil. Mas eles não estavam percebendo que, mesmo assim, Deus estava com eles, providenciando o maná e tudo o mais que eles precisavam.
Confiaremos em Deus para sermos conduzidos a salvo por circunstâncias tão duras? O que tem sido mais importante para nós: estar confortável ou estar com Deus?
Que não fiquemos cegos para a presença e a atuação de Deus nas nossas vidas, mesmo em tempos difíceis!
Se vocês lerem o texto em Números 11:4-23 e 31-34, perceberão o comportamento daquele povo naquela circunstância. O povo choraminga, reclama, aborrece a Moisés e provoca a ira de Deus. E o que isso tem a ver conosco? Tem tudo a ver, pois precisamos avaliar como estamos na nossa própria caminhada. Como estamos nos comportando diante de Deus? Como estamos nos relacionando com o Soberano? Estamos sendo ingratos e não-longânimos, semelhantemente àquele povo? Será que vamos preferir voltar para a escravidão do Egito, depois de tudo o que Deus fez por nós?
Outra coisa que me chamou atenção, é que aquele povo não estava em uma situação fácil ou confortável, até pelo contrário, estavam em um lugar hostil. Mas eles não estavam percebendo que, mesmo assim, Deus estava com eles, providenciando o maná e tudo o mais que eles precisavam.
Confiaremos em Deus para sermos conduzidos a salvo por circunstâncias tão duras? O que tem sido mais importante para nós: estar confortável ou estar com Deus?
Que não fiquemos cegos para a presença e a atuação de Deus nas nossas vidas, mesmo em tempos difíceis!
quinta-feira, setembro 20, 2007
ERRAR É DESUMANO!
Que erro imaginar que “Errar é humano”! É semelhante a dizer que a pessoa está com RISCO DE VIDA quando na verdade está com RISCO DE MORTE. O erro provocado por nós humanos, pessoas que nasceram com a vocação de ser gente, acaba destruindo outras pessoas, aniquilando sonhos, diminuindo expectativas. Errar é não alcançar o alvo ou desviar-se dele. É sair da linha. É magoar por ou sem querer, geralmente por. É arrogar-se mais que o outro. É desvirtuar aquilo que é bom ou puro. É complicar o que pode ser simples. É, enfim, causar dor ou sofrimento por atitudes ou palavras.
Como é que tudo isso poderia ser HUMANO?!
Ser humano é ser solidário, compreensivo, fraterno. Ser humano é ser igual e procurar identificar-se com o outro nas suas dores, nas suas necessidades, nos seus medos e também nas suas alegrias, nas suas vitórias e nas suas aventuranças. Isso é que é SER HUMANO. Pense nisso!
Como é que tudo isso poderia ser HUMANO?!
Ser humano é ser solidário, compreensivo, fraterno. Ser humano é ser igual e procurar identificar-se com o outro nas suas dores, nas suas necessidades, nos seus medos e também nas suas alegrias, nas suas vitórias e nas suas aventuranças. Isso é que é SER HUMANO. Pense nisso!
terça-feira, setembro 11, 2007
Viva com MENOS
É...! É essa a dica para os curiosos da vez. Viver com menos é MAIS... saudável... justo... simples!
Mais saudável quando, por exemplo, você deixa de comer aquela caixa inteira de chocolates. Mais justo quando ao invés de comprar algo inútil ou manter algo inútil na sua casa, você cede isso que tem para ser útil para outra pessoa, como por exemplo, uma roupa. É mais simples porque, quanto mais se tem, mais complicado é de se administrar, não é verdade? Pois então, o que você está esperando. Passe pra frente aquilo que não lhe é útil ou que lhe é até prejudicial ou que está entulhando a sua mente e vida. Viva abundante... mas de felicidade!
Mais saudável quando, por exemplo, você deixa de comer aquela caixa inteira de chocolates. Mais justo quando ao invés de comprar algo inútil ou manter algo inútil na sua casa, você cede isso que tem para ser útil para outra pessoa, como por exemplo, uma roupa. É mais simples porque, quanto mais se tem, mais complicado é de se administrar, não é verdade? Pois então, o que você está esperando. Passe pra frente aquilo que não lhe é útil ou que lhe é até prejudicial ou que está entulhando a sua mente e vida. Viva abundante... mas de felicidade!
segunda-feira, julho 30, 2007
Passado, presente e futuro
Em relação ao futuro, ao presente e ao passado, há pessoas que não conseguem pensar muito no futuro, porém conseguem pensar bem no passado. O bom de saber pensar sobre o futuro é que você pode se planejar e prever as suas atividades para além do dia de amanhã, ou seja, para os próximas semanas, meses e anos.
Uma questão diferente do passado e do futuro é o presente. O presente é o palco da nossa vida. É o momento. É a hora de viver, de tomar atitudes, de tomar decisões. É no presente que você recebe e dá direção à sua vida. É no presente que tudo acontece. Portanto, o presente é o mais importante. Porém, ele se torna muito mais importante quando você consegue implementar nele o que você planejou para o futuro, planejamento este que você deve ter registrado, em algum momento do passado. Certo? Os três, passado, presente e futuro, não se soltam de jeito nenhum. Um depende do outro, e ocorre assim porque nós somos seres temporais. Portanto, acima do tempo, há os fatores atemporais que podem transcender e fazer diferença na nossa vida: em especial a presença de Deus.
quarta-feira, março 21, 2007
Uma flor para Tonica
Dando continuidade às leituras da hora, estou ganhando um verdadeiro presente com a degustação do livro de Tonica "Eu, um missionário?", lançado ano passado no Missão 2006 pela Editora Ultimato. O livro é uma autobiografia da holandesa Antonia Leonora Van Der Meer escrita com doçura e ternura, mesmo quando fala de dificuldades e guerra. É um verdadeiro aprendizado. Em minhas caminhadas, ao pensar no que está escrito nele e lembrando do semblante e da vida da autora, colhí uma flor perfumada da Mata Atlântica para guardar dentro do seu livro e, quem sabe, um dia poder entregar a ela mesma. Vale a pena conferir!
Outra leitura da hora é o premiado "O monge e o executivo" de James C. Hunter. Livro de boa e fácil leitura com conceitos bem interessantes para refletir.
Outra biografia da hora é "Surpreendido pela alegria" do autor das Crônicas de Nárnia, o irlandês C. S. Lewis. Estou lendo e aguardando ser surpreendida também!
Outra leitura da hora é o premiado "O monge e o executivo" de James C. Hunter. Livro de boa e fácil leitura com conceitos bem interessantes para refletir.
Outra biografia da hora é "Surpreendido pela alegria" do autor das Crônicas de Nárnia, o irlandês C. S. Lewis. Estou lendo e aguardando ser surpreendida também!
terça-feira, fevereiro 13, 2007
O valor da escolha certa
É necessário fazer escolhas.
É prudente refletir antes de fazer escolhas importantes.
É ótimo acertar o certo.
É bom distingüir o errado.
É ruim investir no errado.
É péssimo desprezar o certo.
É prudente refletir antes de fazer escolhas importantes.
É ótimo acertar o certo.
É bom distingüir o errado.
É ruim investir no errado.
É péssimo desprezar o certo.
quinta-feira, fevereiro 08, 2007
Novo blog ESPAÇO SEGURO
Criei um novo blog chamado ESPAÇO SEGURO para postar informações sobre segurança em diversas circunstâncias da vida: em casa, com crianças, no trabalho etc.
Se lhe interessar, o endereço é: www.ambienteseguro.blogspot.com
Boa (e segura) navegação!
"Navegar é preciso, viver não é preciso..."
Se lhe interessar, o endereço é: www.ambienteseguro.blogspot.com
Boa (e segura) navegação!
"Navegar é preciso, viver não é preciso..."
sábado, fevereiro 03, 2007
Fim e começo
Aproveitemos o fim do ano que se encerrou e o início do ano presente para refletirmos um pouco sobre o tempo.
Final de século – fim – contagem de tempo. Isso existe? O tempo é contínuo. A vida é assim: um momento após o outro. Fim só existe assim: fim do dia, final da noite. O final está junto do começo pois quando chega o final da noite, logo se começa, no momento seguinte, o início do dia. E quando chega o final do dia, logo se inicia o começo da noite. Fim e começo formam um elo, um ciclo que, por enquanto, não tem fim. Fim de uma fase, começo de outra fase. É assim. Fim de um estado, começo de outro. Fim de uma condição, início de outra.
Fim - Começo
Finalizar - Iniciar
Só se pode se iniciar, se primeiro se finalizar. Então, primeiramente vem o fim, para depois vir o começo. O fim é o precursor do começo.
Há alguns tempos bem definidos, seja pela natureza, seja por outros:
Dia e noite (ciclo do Sol)
Semana (tempo bíblico)
Mês (ciclo da Lua)
Ciclo menstrual feminino
Deus quer que a gente tenha um referencial de tempo. Quer que a gente tenha uma rotina. A rotina parece ser algo saudável e educativo para o ser humano.
Ao observar o tempo, pode-se deduzir que é preciso aproveitá-lo bem, como, por exemplo, para amar as pessoas. O instante para amá-las é este, é A – GO –RA, neste momento. Na música de Renato Russo já dizia:
“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã (...)”
O tempo é o presente. O momento de realizar algo é este, é agora. O tempo de ser disciplinado é agora. O conhecimento, a memória e a sabedoria é que mantém o tempo que se viveu, que já foi presente.
Por que se preocupar com isto? Porque deseja-se realizar algo. E por que realizar alguma coisa? Porque sente-se que isso é importante... Como se fosse uma ordem com um motivo bem especial.
Relembrando mais uma vez o inesquecível Renato Russo:
“Disciplina é liberdade,
Compaixão é fortaleza (...)”
Este texto foi escrito em agosto de 2002.
Final de século – fim – contagem de tempo. Isso existe? O tempo é contínuo. A vida é assim: um momento após o outro. Fim só existe assim: fim do dia, final da noite. O final está junto do começo pois quando chega o final da noite, logo se começa, no momento seguinte, o início do dia. E quando chega o final do dia, logo se inicia o começo da noite. Fim e começo formam um elo, um ciclo que, por enquanto, não tem fim. Fim de uma fase, começo de outra fase. É assim. Fim de um estado, começo de outro. Fim de uma condição, início de outra.
Fim - Começo
Finalizar - Iniciar
Só se pode se iniciar, se primeiro se finalizar. Então, primeiramente vem o fim, para depois vir o começo. O fim é o precursor do começo.
Há alguns tempos bem definidos, seja pela natureza, seja por outros:
Dia e noite (ciclo do Sol)
Semana (tempo bíblico)
Mês (ciclo da Lua)
Ciclo menstrual feminino
Deus quer que a gente tenha um referencial de tempo. Quer que a gente tenha uma rotina. A rotina parece ser algo saudável e educativo para o ser humano.
Ao observar o tempo, pode-se deduzir que é preciso aproveitá-lo bem, como, por exemplo, para amar as pessoas. O instante para amá-las é este, é A – GO –RA, neste momento. Na música de Renato Russo já dizia:
“É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã (...)”
O tempo é o presente. O momento de realizar algo é este, é agora. O tempo de ser disciplinado é agora. O conhecimento, a memória e a sabedoria é que mantém o tempo que se viveu, que já foi presente.
Por que se preocupar com isto? Porque deseja-se realizar algo. E por que realizar alguma coisa? Porque sente-se que isso é importante... Como se fosse uma ordem com um motivo bem especial.
Relembrando mais uma vez o inesquecível Renato Russo:
“Disciplina é liberdade,
Compaixão é fortaleza (...)”
Este texto foi escrito em agosto de 2002.
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